Tire um tempo pra si…

Volteiii 😱 pelo menos por hoje 😂! Como disse no primeiro post, eu amo escrever, mas a escrita é algo espontâneo e eu pensei em vários assuntos que iam acontecendo no meu dia a dia para compartilhar com vocês, porém ao invés de escrever eu quis viver esses momentos e acabei deixando de escrever aqui no blog.

E hoje espontaneamente vir dizer pra você, se desligue de vez em quando, olhe ao seu redor, olhe para seus filhos, para si, para sua vida e enxergue o sentido de tudo. É bom parar e refletir principalmente quando estamos extremamente estressadas(os) ou passando por momentos difíceis, até nos momentos bons temos que dar uma pausa para pensar, pois assim compreendemos o que realmente importa e a paz vai reinar, você vai ver…

As vezes tudo parece agitado, difícil e cansativo, mas na realidade somos nós que não estamos conseguindo compreender, somos nós que não estamos conseguindo nos encontrar e queremos colocar a culpa nas situações externas. E quando a gente para, reflete e se encontra a solução vêm! Tire um tempo para encontrar sua calmaria.

Beijos e até o próximo post 😘

Minha primeira gestação

Como disse no post anterior eu vou contar mais sobre gravidez, o plano não é falar só desses temas, mas esse tema desencadeia várias discussões, inclusive na minha cabeça rsrsrs. Por isso quero conversar um pouco com vocês sobre ele, e podem mandar sugestões de conversas e perguntinhas que eu respondo.

Minha primeira gestação aconteceu na adolescência, meninas por favor não se incentivem engravidar na adolescência, façam planos, estudem, busquem uma independência financeira para dar uma boa vida aos seus bebês, mas se isso aconteceu não se apavore, pois o amor de um filho supera tudo.

Eu estudava, fazia curso e ainda estágio, tínhamos acabado de comprar nosso apartamento, eu com 16 anos e ele com 21 anos (no caso meu marido). Eu morava com meus avós, já não tinha minha mãe e não tinha muito contato com meu pai ( hoje já somos mais próximos), sonhando com a faculdade, mas sonhando em formar minha família futuramente, uma família de verdade, uma que nunca tive. Não, não foi planejada, mas bem recebida, se pudesse planejar com certeza seria depois da faculdade, arrependida jamais. Eu e meu marido escutamos muitas coisas, do qual pôs parto começou a desencadear em mim uma depressão, mas graças à Deus da mesma forma que lutamos juntos para conquistar nosso cantinho tão cedo, tivemos forças de comprar as coisinhas da Helô e hoje temos a família que sonhamos…

Meninas, não se sintam motivadas a engravidar cedo, eu usava anticoncepcional 8 meses antes de engravidar mas desenvolvi um cisto folicular, parei com o anticoncepcional e acabei engravidando. Conseguimos passar por todos os problemas com Deus sempre à frente mas a realidade pode ser diferente, filho exige carinho, amor, cuidado e gastos também pensem nisso!

Tive um bom pré-natal na rede pública, mas como toda rede pública tem-se seus problemas, mas nada que interferiu na nossa saúde, ela nasceu de 40 semanas e 3 dias, corram lá no post anterior que falo um pouco do parto. As contrações começaram no dia 14/11 por volta das 20:30, ela nasceu no dia 15/11 às 00:47 com 2970 g 48,5 cm, enchendo nossa vida luz!

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Baby Helô na barriguinha ❤

Diferenças dos meus partos (cesárea vs normal)

Quero relatar um pouco do que foi meus partos, ainda vou falar mais sobre o tema, mas como descreve no título vou citar no meu caso e ponto de vista o que achei de diferente.

Nas duas gestações entrei em trabalho de parto, na primeira em 2016 como mãe de primeira viagem, jovem e por mais que eu tenha “estudado e planejado” o parto, eu não imaginava o tamanho da dor, faltou melhor preparo psicológico. Chegando ao hospital eu já estava com 5 cm de dilatação e a única coisa que eu conseguia pensar era em uma cesárea, porém na minha cidade quando se está em um hospital público você não tem muito direito de escolha, mas agora não vou entrar muito nesse assunto, eu acabei indo pra cesárea quando minha bolsa estourou e o médico viu mecônio (o famoso coco do bebê), gente quero deixar claro que não tenho a capacidade de avaliar se por esse motivo cabia cesárea ou não. Mas no momento o médico de plantão achou que sim e eu não via a hora do anestesista chegar!

O parto foi estranho minhas mãos amarradas, passei muito mais muito mal, quando tiraram minha filha eu não consegui ter o contato que sonhei mas meu coração se acalmou quando meu marido a segurou e ficou com ela nos braços o tempo todo, não me senti mãe de primeira, eu sabia que ela tava ali mas é normal depois o extinto toma conta. A esqueci de dizer que quando o médico estava tirando minha bebê ele cantou uma música para ela a única parte que me senti acolhida no parto.

Na minha segunda gestação em 2019, eu já estava psicologicamente mais preparada, a dor é inevitável, mas de alguma maneira eu consegui desviar meu pensamento da dor e pensar que eu queria o melhor pra nós duas, e pedia pra Deus me da forças e que ela viesse logo ao mundo, cheguei no hospital com 7 cm de dilatação, estava muito frio aqui na minha cidade se não me engano sensação térmica de 4°, eu tremia de tanto frio que acho que doía mais que a contração, não deu tempo nem de ir para sala de parto ela nasceu na sala de pré parto.

O médico plantonista foi super humanizado, deixou meu corpo trabalhar, não deixou nada negativo tomar conta, ele veio só para apara-lá no colo e colocou ela em cima do meu peito, coladinha no meu rosto, sério foi uma sensação indescritível, ela chorava eu dizia: – calma a mamãe está aqui, a mamãe está aqui.

E ela ficou ali comigo o tempo todo desde o nascimento, tudo de forma mais natural possível, e eu? Eu me senti a mulher maravilha, dali em diante eu sabia que tudo que eu me propuser fazer na vida eu consigo!

Você não precisa ser mãe para se sentir realizada! Mas eu me sinto realizada sendo mãe e está tudo bem, nós mulheres podemos tudo. E você mamãe por mais linda que a maternidade parece ser, eu sei que não é fácil eu vivo ela 24 horas por dia, mas nunca se esqueça da mulher maravilha que você é, nunca se esqueça de você!

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Baby Helô 2016/ Baby Vi 2019

Objetivo do blog

Mãe comum veio de uma ideia minha de trocar experiências da vida materna com outras mães.

Quero falar de tudo um pouco, do que estou sentindo, dos dias difíceis, dos dias gloriosos, dos acontecimentos…

Criar um meio de trocar experiências com outras mulheres já era algo que gostaria de ter feito há muito tempo, não prometo que vou escrever algo todos os dias e quero também que vocês me contem suas experiências!

By: Nayara Cristiny